É fundamental perceber que dietas restritivas, comprimidos mágicos, batidos, dietas de tipo de sangue, dieta dos signos, dieta de um só alimento e coisas parvas deste género não têm fundamento científico nenhum e muitos deles provavelmente fazem mal! O importante é alterar a nossa alimentação de modo sustentado, de maneira a manter os bons hábitos para o resto da vida. As seguintes dicas foram retiradas do livro Repensar o peso, (escrito por professores da minha faculdade. Não queria fazer publicidade, mas é de longe o melhor livro sobre o assunto que já vi à venda). Acrescentei alguns comentários.
- Comer 5 a 6 vezes por dia: pequeno-almoço, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar, ceia;
- Reduzir o tamanho das porções ingeridas;
- Excluir as gorduras visíveis e reduzir as invisíveis (fritos, carnes gordas, ...,)

- Preferir lacticínios magros (leite magro, queijo fresco, iogurtes não açucarados)
- Evitar os refrigerantes e outros produtos com açúcares adicionados (açúcar ninja!)
- Ter em atenção o consumo de molhos (preferir outros molhos - de soja, de iogurte, etc)
- Aumentar a proteína magra (soja, leguminosas, carnes de aves sem pele, peixe, clara de ovos, tofu)
- Comer sopa e/ou salada diariamente
- Escolher cereais integrais e pouco processados (a maioria de cereais à venda estão carregados de açúcar)
- Evitar alimentos ricos em açúcar e gordura (bolos, biscoitos, gelados, bolachas, chocolates)
- Tomar sempre o pequeno-almoço ( ver aqui)
- Planear o dia alimentar
- Dedicar mais tempo aos alimentos, na compra, na preparação e na refeição
- Reduzir as idas ao restaurante
- Ler atentamente os rótulos e as listas de ingredientes
A ideia principal é que um plano alimentar não deve ser um sacrifício, mas sim um processo de aprendizagem e prazer. Redescobrir os alimentos e o prazer das refeições. O ideal é fazê-lo com a família, criando um processo de entreajuda (para além de melhorarmos a saúde dos que nos estão próximos).










